O formulário como método de coleta de dados em pesquisa de campo

O formulário como método de coleta de dados em pesquisa de campo

Existem diversas formas de coletar dados e interpretar os fatos que ocorrem em um determinado momento da vida cotidiana. Um dos caminhos é a realização de uma coleta de dados em pesquisa de campo.

Nela, a coleta de dados em pesquisa é basicamente realizada por meio da observação direta dos fenômenos estudados ou por meio da captação de explicações que são dadas por informantes. Neste cenário construir formulários para a coleta destes dados, é uma ótima maneira de entender esta realidade.

O formulário como método e suas singularidades para a coleta de dados em pesquisa de campo

Os formulários são essenciais em uma pesquisa de campo, cujo processo de coleta de dados se caracteriza pelo contato face a face, ou seja, onde o preenchimento é feito diretamente pelo próprio investigador à medida que faz suas observações ou recebe as respostas dos entrevistados.

Este tipo de pesquisa se difere de um questionário de auto-resposta, onde a presença do pesquisador não é uma exigência.

Por reunir características que o diferenciam de um questionário, os pontos de atenção na construção de um formulário para a coleta de dados em pesquisa também diferem entre si.

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Quais são os pontos que merecem maior atenção neste processo?

Uma das diferenças mais latentes está na sua composição, ou seja, na sequência de informações que um formulário exigirá.

Como será um objeto de preenchimento do próprio pesquisador, ele descarta a necessidade de se incluir um enunciado, onde um questionário traria a redação de uma apresentação e das instruções sobre o preenchimento das questões.

Por outro lado, exige no planejamento da coleta de dados o treinamento e o alinhamento entre os profissionais – responsáveis pelo preenchimento do questionário – para que conduzam a entrevista ou observação da forma correta, possam esclarecer o significado das perguntas, sejam capazes de captar a expressão corporal do entrevistado, bem como seu tom de de voz e a ênfase nas respostas e assim conseguir informações mais precisas.

Outras recomendações são pertinentes quando se está lidando com formulários para a coleta de dados em pesquisas de campo.

O uso indevido, ou de um formulário mal elaborado pode resultar em informações confusas e até mesmo gerar conclusões erradas, afetando a validade de toda a pesquisa.

Isso reforça a necessidade de se pensar a pesquisa como um todo antes de partir para a construção do formulário e a coleta de dados em pesquisa.

Uma etapa está ligada a outra e todas elas devem partir do objetivo para com o estudo.

O cuidado nesta etapa, deve estar na formulação, inclusive, desta questão-chave. Certificando-se de que ela não está pressupondo uma hipótese do próprio pesquisador ou está sendo tendenciosa.

Outro ponto de atenção está na delimitação da amostra, visto a grande interferência que ela tem na escolha do método. Em uma pesquisa de campo, em que o foco será a observação de um grupo pequeno de pessoas por exemplo, uma entrevista poderia ser mais indicada do que um formulário por exemplo.

Agora partindo para o roteiro do formulário. Os cuidados devem estar na sequência lógica das questões, nos tipos de perguntas a serem adotados e nas opções de respostas. Sempre com foco na linguagem adotada, evitando-se entendimentos dúbios, o não condicionamento das respostas, informações imprecisas, questões invasivas e outras possibilidades, que possam confundir uma coisa por outra.

Para se evitar estes problemas, orienta-se que as questões sejam validadas com a revisão do conteúdo e a realização de pré-testes que irão permitir ajustes anteriores a aplicação.

A confecção física do questionário é outro detalhe importante. Neste caso, cuidados com a estética do documento, a organização das anotações e dos registros coletados – como fotos e outros documentos – devem ser levados em conta.

A disposição das opções devem apresentar um padrão visual único em todo o documento, seja na construção do cabeçalho, na apresentação dos conteúdos, na sinalização das respostas, no espaçamento do documento e em outros pontos para que posteriormente não causem confusão na interpretação dos dados e permitam a codificação correta dos dados.

Como a tecnologia pode facilitar a coleta de dados em pesquisas de campo?

Para auxiliar em todos estes pontos, lembre-se que a tecnologia está a favor dos pesquisadores, permitindo que eles tenham acesso a plataformas para a coleta e análise de dados de forma amplamente automatizada.

Sua utilização nos dias atuais é essencial. Em especial quando se está lidando com a criação de formulários para pesquisas de campo.

Estes sistemas melhoram a experiência do pesquisador, agrupando de forma organizada e precisa diferentes formas de dados – como fotos, imagens e outros documentos, sinalizam coordenadas geográficas, e permitem a coleta de dados mesmo em lugares remotos, onde o pesquisador muitas vezes não tem acesso à internet.

Mais do que facilitar a coleta de dados em pesquisas de campo, estes softwares funcionam como organizadores mentais que orientam desde a construção do formulário até a interpretação dos dados, evitando que partes importantes deste importante instrumento sejam esquecidas, além de otimizar processos e o tempo dedicado ao estudo.

Portanto, se você tem a intenção de realizar uma pesquisa, não abra mão deste recurso, para aprimorar sua experiência e maximizar o poder dos seus dados.

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